A história do vinho tem grande importância histórica, pois o seu surgimento em tempos remotos tornou-o um produto que acompanhou grande parte da evolução ecônomica e sócio-cultural de várias civilizações ocidentais e orientais.
A origem do vinho O vinho possui uma longínqua importância histórica e religiosa e remonta diversos períodos da humanidade. Cada cultura conta seu surgimento de uma forma diferente. Os cristãos, embasados no Antigo Testamento, acreditam que foi Noé quem plantou um vinhedo e com ele produziu o primeiro vinho do mundo ("E começou Noé a cultivar a terra e plantou uma vinha." Gênesis, capítulo 9, versículo 20). Já os gregos consideraram a bebida uma dádiva dos deuses. Hititas, babilônicas, sumérias, as histórias foram adaptadas de acordo com a tradição e crença do povo sob perspectiva.
Do ponto de vista histórico, sua origem precisa é impossível, pois o vinho nasceu antes da escrita. Os enólogos dizem que a bebida surgiu por acaso, talvez por um punhado de uvas amassadas esquecidas num recipiente, que sofreram posteriormente os efeitos da fermentação. Mas o cultivo das videiras para a produção do vinho só foi possível quando os nômades se tornaram sedentários. Existem referências que indicam a Geórgia como o local onde provavelmente se produziu vinho pela primeira vez, sendo que foram encontradas neste local graínhas datadas entre 7000 a.c. e 5000 a.c.
Entre os egípcios
Os egípcios foram os primeiros a registrar em pinturas e documentos (datados de 1000 a 3000 a.C.) o processo da vinificação e o uso da bebida em celebrações. Os faraós ofereciam vinhos e queimavam vinhedos aos deuses; os sacerdotes usavam-nos em rituais; os nobres, em festas de todos os tipos; as outras classes eram financeiramente impossibilitadas de sua compra. O consumo de vinho aumentou com o passar do tempo e, junto com o azeite de oliva, foi um grande impulso para o comércio egípcio, tanto o interno quanto externo. Os primeiros enólogos foram egípcios.
A partir de 2500 a.C., os vinhos egípcios foram exportados para a Europa Mediterrânea, África Central e reinos asiáticos. Os responsáveis por essa propagação foram os fenícios, povo oriundo da Ásia Antiga e natos comerciantes marítimos. Em 2 mil a.C., chegaram à Grécia.
Na Grécia
Dionísio–Baco, deus do vinho (s. II, Prado, Madrid).
Cultivado ao longo da costa do Mediterrâneo, o vinho seria cultural e economicamente vital para o desenvolvimento grego.
No mundo mitológico, Dionísio, filho de Zeus e membro do 1o escalão do Olimpo, era o deus das belas artes, do teatro e do vinho. A bebida tornou-se mais cultivada e cultuada do que jamais fora no Egito, sendo apreciada por todas as classes.
A partir de 1000 a.C., os gregos começam a plantar videiras em outras regiões européias. A bebida embriagou a Itália, Sicília, seguindo à península Ibérica. Os gregos fundaram Marselha e comercializaram o vinho com os nativos, sendo este o primeiro contato entre a bebida e a futura França.
Para o gosto contemporâneo, o vinho daquela época era bastante incomum. Homero o descreveu delicado e suave, mas apesar do romantismo e das tradições festivas que a bebida evocou na época, o vinho da Antiguidade "era ingerido com água do mar e reduzido a um xarope tão espesso e turvo que tinha que ser coado num pano e dissolvido em água quente", afirma o historiador inglês e enólogo Hugh Johnson, autor do livro A História do Vinho.
Em Roma
Fundada em 753 a.C., Roma era inicialmente uma vila de pastores e agricultores. A partir do século VI a.C., começou a se expandir e, já em 146 a.C., a península Itálica, o Mediterrâneo e a Grécia estavam anexados ao seu território.
Os vinhedos eram cultivados em áreas interioranas e regiões conquistadas. Os romanos levavam o vinho quase como uma “demarcação de território”, uma forma de impor seus costumes e sua cultura nas áreas que conquistavam. Dessa forma, o vinho terminou virando a bebida dos legionários, dos gladiadores, das tabernas enfurnadas de soldados. Junto com os romanos, os vinhedos chegaram à Grã-Bretanha, à Germânia e, por fim, à Gália ― que mais tarde viria se chamar França.
Diferentemente do que se leu nas histórias de Asterix, Roma não tardou em conquistar toda a região da Gália. Sob o comando do imperador Júlio César, enfrentaram os gauleses e, seguindo pelo vale do Rhône, chegaram até Bordeaux. A disseminação das videiras pelas outras províncias gaulesas foi imediata, e pode ser considerada um dos mais importantes fatos na história do vinho. Nos séculos seguintes, cidades como Borgonha e Tréveris surgiram como centros de exportação de vinhos, que inclusive eram superiores aos importados.
A predileção da época era pelo vinho doce. Os romanos colhiam as uvas o mais tardar possível, ou adotavam um antigo método, colhendo-as imaturas e deixando-as no Sol para secar e concentrar o açúcar.
Diferente dos gregos, que armazenavam a bebida em ânforas, o processo romano de envelhecimento era moderno. O vinho era guardado em barris de madeira, o que aprimorava o sabor do vinho (o mesmo ainda é feito no cultivo das videiras ao sul da Itália e de Portugal). Ao lado do Império, o vinho atingiu o apogeu nos séculos I e II.
Na mesma época, as hordas bárbaras que atacavam Roma aumentavam, e as guerras se tornaram incessantes, fazendo declinar o Império. Sua divisão em duas partes, a Ocidental (sede em Roma) e Oriental (sede em Constantinopla) piorou o controle da situação política e econômica, defasando vários setores. O vinho importado se tornou superior, diminuindo o lucro dos vinhedos romanos e tornando a vinicultura interna cara e fraca. As inúmeras baixas do exército e a constante perda de terras fizeram o Império Romano dar seus últimos passos. Em 476, após a queda do último imperador, o Império Romano Ocidental entrou em colapso. Mas o vinho já não fazia parte de Roma. Era maior, assumira vida própria.
Na Idade Média
Sucedendo a queda romana, uma grande crise abateu a Europa. Províncias foram reduzidas a reinos de futuro impreciso que se relacionavam mal, causando grande instabilidade econômica. A produção do vinho sofreu então um retrocesso neste continente. Já não envelhecia mais em barris de boa madeira, o que implica no aumento do tempo de oxidação da bebida. Como conseqüência, seu consumo tinha que ser imediato, perdendo a áurea de fineza dos vinhos antigos. A vinicultura somente voltaria a ser beneficiada com o surgimento de um grande poder religioso: a Igreja Católica.
Desde o século IV, quando o imperador romano Constantino converteu-se ao cristianismo, a Igreja fortaleceu-se como instituição. Foi considerada a detentora da verdade e da sabedoria. O simbolismo do vinho na liturgia católica não poderia ter enfoque maior: era o sangue de Cristo. A Igreja começou a se estabelecer como proprietária de extensos vinhedos nos mosteiros das principais ordens religiosas da Europa. Os mosteiros eram recantos de paz, onde o vinho era produzido para o sacramento da eucaristia e para o próprio sustento dos monges. Importantes mosteiros franceses se localizavam em Borgonha e Champagne, regiões que foram e são “nascentes” de vinhos de qualidade. A bebida também se sobressaiu no setor médico: acreditava-se que vinho aromatizado possuía propriedades curativas contra diversas doenças. Com o aprimoramento das receitas, surgiram outros vinhos além do tinto, como os brancos, rosés e espumantes.
Por volta do século XIII, as cruzadas católicas livraram o Mar Mediterrâneo do monopólio árabe, possibilitando a exportação do vinho pelas vias marítimas.
Na Idade Moderna
Com as grandes navegações, o continente americano recebeu os vinhedos durante o período de colonização espanhola. Cristóvão Colombo trouxe uvas às Antilhas em 1493, e após a adaptação às terras tropicais, as videiras foram exportadas para o México, os Estados Unidos e as colônias espanholas na América do Sul.
[editar]Nos tempos atuais
Já com a Revolução Industrial, no século XVIII, o vinho perdeu muito em qualidade, porque passou a ser fabricado com técnicas bem menos rústicas, para possibilitar sua produção em massa e venda barata. Embora as antigas tradições tentassem ser preservadas em regiões interioranas francesas, italianas e alemãs, a produção vinícola sofreu modificações irremediáveis para adaptar-se ao mundo industrializado.
No século XX, a vitivinicultura evoluiu muito, acompanhando os avanços da tecnologia e da genética. O cruzamento genético das cepas das uvas, a formação de leveduras transgênicas e a produção mecanizada elevaram substancialmente a qualidade e o sabor do vinho, feito sob medida para agradar os mais diversos paladares.
PORTUGAL
A introdução da produção vinícola em Portugal continua encoberta por questões ainda não resolvidas em termos de investigação. A primeira referência existente ao consumo de esta bebida fermentada no território em que hoje está localizado Portugal é de Estrabão, que em sua obra, Geographia, observa que os habitantes do Noroeste da Península Ibérica já consumiam vinho, embora de forma bárbara (Livro III).
A primeira referência à produção vinícola em Portugal é de 989, provindo do Livro de Datas do Convento de Fiães, sendo a zona do Douro a mais antiga região demarcada no mundo.
Os vinhos portugueses sempre caracterizaram-se por uma grande variedade de uvas regionais, o que dá um sabor especial ao produto de cada região.
Durante o governo de Salazar, foi incentivado o cultivo de uvas mais comerciais, sendo que, após a Revolução dos Cravos (1974) se voltou a incentivar o cultivo das variedades regionais.
Brasil
A história do vinho no Brasil inicia-se com o descobrimento, em 1500, pelo navegador português Pedro Álvares Cabral. [1] indicam que as treze caravelas que partiram de Portugal carregavam pelo menos 65 mil litros de vinho, para consumo dos marinheiros.
As primeiras videiras foram introduzidas no Brasil por Martim Afonso de Sousa, em 1532, na capitania de São Vicente. As cultivares, que posteriormente se espalhariam por outras regiões do Brasil, eram da qualidade Vitis vinifera (ou seja, adequadas para a produção de vinho), oriundas de Portugal e da Espanha.
No mesmo ano, o fundador da cidade de Santos, Brás Cubas, foi o primeiro a tentar cultivar videiras de forma mais ordenada. No entanto, da mesma forma que a tentativa precedente, não obteve muito êxito. Em parte, o insucesso da produção de vinhos deu-se pelo protecionismo comercial exercido por Portugal, tendo a corte inclusive proibido o cultivo de uvas, em 1789.
No Rio Grande do Sul, as primeiras videiras foram introduzidas pelos padres jesuítas ainda em 1626, posto que necessitavam do vinho para os rituais da missa católica. A introdução de cultivares européias no Rio Grande se deu com a chegada dos imigrantes alemães, que obtiveram bons resultados.
As videiras americanas, especialmente das espécies Vitis labrusca e Vitis bourquina (variedades Isabel, Concord e outras) foram importadas em 1840 pelo comerciante Thomas Master, que as plantou na Ilha dos Marinheiros. Estas uvas serviam basicamente para o consumo in natura, na forma da fruta fresca ou passas, mas se adaptaram tão bem ao clima local que logo começaram a ser utilizadas para a produção de vinho.
A viniviticultura gaúcha teve um grande impulso a partir de 1875, com a chegada de imigrantes italianos, que aportaram com videiras trazidas principalmente da região do Vêneto - e uma forte cultura de produção e consumo de vinhos. Apesar do sucesso inicial, as videiras finas não se adaptaram ao clima úmido tropical e foram dizimadas por doenças fungícas. Porém, com a adoção da variedade Isabel, então cultivada pelos colonos alemães no Vale do Rio dos Sinos e no Vale do Caí, deu-se continuidade à produção de vinhos que, embora de qualidade duvidosa, espalhou-se para outras regiões do país, tornando-se base do desenvolvimento da vitivinicultura no Rio Grande do Sul e em São Paulo.
Mas foi somente a partir da década de 1990 que vinhos de maior qualidade passaram a ser produzidos, com crescente profissionalização e a adaptação de uvas finas (Vitis vinifera) ao clima peculiar da Serra Gaúcha. A região produz hoje vinhos de qualidade bastante satisfatória e crescente.
Outra região que está a crescer e a firmar-se como produtora de vinhos é o Vale do São Francisco, situado nos estados de Pernambuco e Bahia. Como em todas as regiões, a viticultura é fundamental desempenhando aqui um factor primordial pois devido às características climáticas, esta região é a única do mundo a produzir vinhos de qualidade oriundos de duas colheitas por ano.
Destaca-se no Brasil a produção de espumantes, que se beneficiam de um clima bastante favorável. Os espumantes brasileiros são hoje classificados como vinhos de boa qualidade, mas ainda carentes de distribuição mundial e reconhecimento.
O consumo vinho no Brasil ainda é muito pequeno e restrito apesar do forte impulso que o mercado recebeu nos últimos 30 anos. O hábito de beber vinho, sempre presente nas mesas mais abastadas e também dos imigrantes europeus, chegou ao brasileiro médio com o início da importação de vinhos europeus entre os anos 70 e 80 dos famosos rieslings de garrafa azul, de baixo custo e, diga-se, de péssima qualidade, mas que caiu no gosto popular. O tempo e a apuração do paladar fez com que o brasileiro passasse a exigir produtos melhores provocando a importação de novos rótulos e maiores cuidados com a produção nacional levando o vinho, de fato, a fazer parte da mesa brasileira.
Estados Unidos da América
Em 1976, um "julgamento" acontecido em Paris representou uma quebra de paradigma no mapa enólogo do globo terrestre. No "Julgamento de Paris", uma degustação às cegas dos vinhos Norte Americanos, tintos e brancos californianos e dos famosos vinhos franceses resultou na vitória inusitada dos vinhos do Novo Mundo. O julgamento tornou-se um marco na história do vinho, e aconteceu no dia 24 de maio de 1976.
Em 2006, na mesma data, trinta anos depois, o mesmo evento foi repetido em Napa Valley e Londres, as cegas, e novamente mostrou que vinhos de boa qualidade também podem ser encontrados fora do Velho Mundo. Neste ano, em degustação idêntica e com participação dos mesmos 12 representantes americanos e 8 representantes franceses, os vinhos envelhecidos durante os 30 anos que passaram, dos Estados Unidos da América novamente levaram vantagens sobre Bordeaux e Borgonha.
FONTE: WIKIPÉDIA
História do vinho
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
HISTÓRIA
As evidências arqueológicas sugerem que a mais antiga produção de vinho teve lugar em vários locais da Geórgia, Irão e China entre 6 000 e 5 000 a.C..[9][12]
As evidências arqueológicas tornam-se mais claras, e apontam para a domesticação da videira, em sítios do Oriente Próximo, Suméria e Egipto, no início da Idade do Bronze, desde aproximadamente 3 000 a.C..[13]
As mais antigas evidências sugerindo a produção de vinho na Europa, e entre as mais antigas do mundo, são originárias de sítios arqueológicos na Grécia, datados de 6 500 a.C..[14][15][16] De facto, várias fontes gregas, bem como Plínio o Velho, descrevem como os antigos gregos utilizavam gesso parcialmente desidratado antes da fermentação e um tipo de cal após aquela com o propósito de diminuir a acidez. O escritor grego Teofrasto é a mais antiga fonte conhecida a descrever esta prática de vinificação entre os antigos gregos.[17][18]
No Antigo Egipto o vinho tornou-se parte da história registada, desempenhando um papel importante na vida cerimonial. O vinho teria sido introduzido no Egipto pelos gregos.[19] São também conhecidos vestígios de vinho na China, datados do segundo e primeiro milénios a.C..[20]
O vinho era comum na Grécia e Roma clássicas.[21] Os antigos gregos introduziram o cultivo de videiras, como a Vitis vinifera,[22] nas suas numerosas colónias na Itália,[23] Sicília,[24] França meridional,[25] e Península Ibérica.[22] Dioniso era o deus grego do vinho e da diversão, e o vinho era frequentemente mencionado nos escritos de Homero e Esopo. Muitas das principais regiões vinhateiras da Europa Ocidental actual foram estabelecidas pelos romanos.[26] A tecnologia de fabrico do vinho melhorou consideravelmente durante o tempo do Império Romano. Eram já então conhecidas muitas variedades de uvas e de técnicas de cultivo, e foram criados os barris para a armazenagem e transporte do vinho.[26]
Desde o tempo dos romanos, pensava-se que o vinho (eventualmente misturado com ervas e minerais) tivesse também propriedades medicinais. Nesses tempos, não era invulgar dissolverem-se pérolas no vinho para conseguir mais saúde. Cleópatra criou a sua própria lenda ao prometer a Marco António que ela beberia o valor de uma província numa taça de vinho, após o que bebeu uma valiosa pérola com uma taça de vinho.[18]
Durante a Idade Média, a Igreja Cristã era uma firme apoiante do vinho, o qual era necessário para a celebração da missa católica. Em locais como a Alemanha, a cerveja foi banida e considerada pagã e bárbara, enquanto que o consumo de vinho era visto como civilizado e como sinal de conversão.[27] O vinho era proibido pelo Islão, mas após os primeiros avanços de Geber e outros químicos muçulmanos sobre a destilação do vinho, este passou a ter outros usos, incluindo cosméticos e medicinais.[28] De facto, o cientista e filósofo persa do século X Al-Biruni descreveu várias receitas em que o vinho era misturado com ervas, minerais e até mesmo gemas, com fins medicinais. O vinho era tão venerado e o seu efeito tão temido que foram elaboradas teorias sobre qual seria a melhor gema para fabricar taças para contrariar os seus efeitos secundários considerados indesejáveis.[18] Muitos cientistas clássicos como Al-Biruni, Teofrasto, Georg Agricola, Albertus Magnus bem como autores mais recentes como George Frederick Kunz descrevem os muitos usos talismânicos e medicinais do vinho combinado com minerais.
FONTE: WIKIPÉDIA
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As evidências arqueológicas tornam-se mais claras, e apontam para a domesticação da videira, em sítios do Oriente Próximo, Suméria e Egipto, no início da Idade do Bronze, desde aproximadamente 3 000 a.C..[13]
As mais antigas evidências sugerindo a produção de vinho na Europa, e entre as mais antigas do mundo, são originárias de sítios arqueológicos na Grécia, datados de 6 500 a.C..[14][15][16] De facto, várias fontes gregas, bem como Plínio o Velho, descrevem como os antigos gregos utilizavam gesso parcialmente desidratado antes da fermentação e um tipo de cal após aquela com o propósito de diminuir a acidez. O escritor grego Teofrasto é a mais antiga fonte conhecida a descrever esta prática de vinificação entre os antigos gregos.[17][18]
No Antigo Egipto o vinho tornou-se parte da história registada, desempenhando um papel importante na vida cerimonial. O vinho teria sido introduzido no Egipto pelos gregos.[19] São também conhecidos vestígios de vinho na China, datados do segundo e primeiro milénios a.C..[20]
O vinho era comum na Grécia e Roma clássicas.[21] Os antigos gregos introduziram o cultivo de videiras, como a Vitis vinifera,[22] nas suas numerosas colónias na Itália,[23] Sicília,[24] França meridional,[25] e Península Ibérica.[22] Dioniso era o deus grego do vinho e da diversão, e o vinho era frequentemente mencionado nos escritos de Homero e Esopo. Muitas das principais regiões vinhateiras da Europa Ocidental actual foram estabelecidas pelos romanos.[26] A tecnologia de fabrico do vinho melhorou consideravelmente durante o tempo do Império Romano. Eram já então conhecidas muitas variedades de uvas e de técnicas de cultivo, e foram criados os barris para a armazenagem e transporte do vinho.[26]
Desde o tempo dos romanos, pensava-se que o vinho (eventualmente misturado com ervas e minerais) tivesse também propriedades medicinais. Nesses tempos, não era invulgar dissolverem-se pérolas no vinho para conseguir mais saúde. Cleópatra criou a sua própria lenda ao prometer a Marco António que ela beberia o valor de uma província numa taça de vinho, após o que bebeu uma valiosa pérola com uma taça de vinho.[18]
Durante a Idade Média, a Igreja Cristã era uma firme apoiante do vinho, o qual era necessário para a celebração da missa católica. Em locais como a Alemanha, a cerveja foi banida e considerada pagã e bárbara, enquanto que o consumo de vinho era visto como civilizado e como sinal de conversão.[27] O vinho era proibido pelo Islão, mas após os primeiros avanços de Geber e outros químicos muçulmanos sobre a destilação do vinho, este passou a ter outros usos, incluindo cosméticos e medicinais.[28] De facto, o cientista e filósofo persa do século X Al-Biruni descreveu várias receitas em que o vinho era misturado com ervas, minerais e até mesmo gemas, com fins medicinais. O vinho era tão venerado e o seu efeito tão temido que foram elaboradas teorias sobre qual seria a melhor gema para fabricar taças para contrariar os seus efeitos secundários considerados indesejáveis.[18] Muitos cientistas clássicos como Al-Biruni, Teofrasto, Georg Agricola, Albertus Magnus bem como autores mais recentes como George Frederick Kunz descrevem os muitos usos talismânicos e medicinais do vinho combinado com minerais.
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segunda-feira, 27 de junho de 2011
Classificação dos vinhos
Existem cinco tipos distintos de vinhos: os vinhos tintos, os brancos, os rosés, os espumantes, e os vinhos fortificados. Em Portugal existe um tipo de vinho específico, o vinho verde, que pode ser tinto ou branco, mas devido à sua acentuada acidez pode ser considerado como uma categoria à parte. Os vinhos tintos podem ser obtidos através das uvas tintas ou das tintureiras (aquelas em que a polpa também possui pigmentos). Os vinhos brancos podem ser obtidos através de uvas brancas ou de uvas tintas desde que as cascas dessas uvas não entrem em contato com o mosto e que essas não sejam tintureiras. Já os vinhos rosés podem ser feitos de duas maneiras: misturando-se o vinho tinto com o branco ou diminuindo o tempo de maceração (contato do mosto com as cascas) durante a vinificação do vinho tinto[29]
O espumante é um vinho que passa por uma segunda fermentação alcoólica, que pode ser na garrafa, chamado de método tradicional ou champenoise, ou em auto-claves (tanques isobarométricos) chamados charmat. Ambas as formas de vinificação fazem a fermentação em recipiente fechado, incorporando assim dióxido de carbono (CO2) ao liquido e dando origem às borbulhas ou pérlage.Os vinhos fortificados são aqueles cuja fermentação alcoólica é interrompida pela adição de aguardente (~70% vol). De acordo com o momento da interrupção, e da uva que está sendo utilizada, ficará mais ou menos doce. O grau alcoólico final dos vinhos fortificados fica entre 19-22% vol. Os mais famosos são o Vinho do Porto (Portugal), o Vinho da Madeira (Portugal), o Xerez (Espanha) e o Marsala (Sicília).
Por conta de obras cinematográficas de parca pesquisa histórica, a maioria das pessoas julga que o consumo do vinho era comum no Egipto e há quem diga que é de lá sua obscura origem. Entretanto o vinho era mercadoria importada pelo Egipto, cuja bebida nacional era a cerveja, normalmente feita de restos de pães.
Cada país e cada região produtora possui uma classificação própria. Veja a classificação italiana em DOCG, a francesa em AOC e a da União Europeia em Denominação de Origem Protegida.
No Brasil os vinhos são assim classificados:
[editar]Quanto à classe
de mesa: graduação alcoólica de 10° a 13° G.L., possui as seguintes subdivisões:
Finos ou Nobres: Vinhos produzidos somente de uvas viníferas.
Especiais: Vinhos mistos, produzidos de variedades viníferas e uvas híbridas ou americanas.
Comuns: Vinhos produzidos predominantemente com variedades híbridas ou americanas.
Frisantes ou Gaseificados: Vinhos com gaseificação mínima de meia atmosfera e máxima de duas atmosferas.
leve: graduação alcoólica de 7° a 9,9° G.L., elaborado sempre com uvas viníferas.
Espumante: resultante unicamente de uma segunda fermentação alcoólica , possui alto nível de dióxido de carbono, resultando em borbulhas (graduação alcoólica de 10° a 13° G.L.).
champanhe - É um espumante feito essencialmente com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, mundialmente conhecida, produzida exclusivamente na região homônima na França. Champagne é uma denominação de origem.
licoroso: graduação alcoólica de 14° a 18° G.L. Adicionado, ou não, de álcool potável, caramelo, concentrado de mosto e sacarose.
composto ou fortificado: graduação alcoólica de 15° a 18° G.L., obtida pela adição ao vinho de plantas amargas ou aromáticas, substâncias de origem mineral ou animal.
Fonte : wikipédia
O espumante é um vinho que passa por uma segunda fermentação alcoólica, que pode ser na garrafa, chamado de método tradicional ou champenoise, ou em auto-claves (tanques isobarométricos) chamados charmat. Ambas as formas de vinificação fazem a fermentação em recipiente fechado, incorporando assim dióxido de carbono (CO2) ao liquido e dando origem às borbulhas ou pérlage.Os vinhos fortificados são aqueles cuja fermentação alcoólica é interrompida pela adição de aguardente (~70% vol). De acordo com o momento da interrupção, e da uva que está sendo utilizada, ficará mais ou menos doce. O grau alcoólico final dos vinhos fortificados fica entre 19-22% vol. Os mais famosos são o Vinho do Porto (Portugal), o Vinho da Madeira (Portugal), o Xerez (Espanha) e o Marsala (Sicília).
Por conta de obras cinematográficas de parca pesquisa histórica, a maioria das pessoas julga que o consumo do vinho era comum no Egipto e há quem diga que é de lá sua obscura origem. Entretanto o vinho era mercadoria importada pelo Egipto, cuja bebida nacional era a cerveja, normalmente feita de restos de pães.
Cada país e cada região produtora possui uma classificação própria. Veja a classificação italiana em DOCG, a francesa em AOC e a da União Europeia em Denominação de Origem Protegida.
No Brasil os vinhos são assim classificados:
[editar]Quanto à classe
de mesa: graduação alcoólica de 10° a 13° G.L., possui as seguintes subdivisões:
Finos ou Nobres: Vinhos produzidos somente de uvas viníferas.
Especiais: Vinhos mistos, produzidos de variedades viníferas e uvas híbridas ou americanas.
Comuns: Vinhos produzidos predominantemente com variedades híbridas ou americanas.
Frisantes ou Gaseificados: Vinhos com gaseificação mínima de meia atmosfera e máxima de duas atmosferas.
leve: graduação alcoólica de 7° a 9,9° G.L., elaborado sempre com uvas viníferas.
Espumante: resultante unicamente de uma segunda fermentação alcoólica , possui alto nível de dióxido de carbono, resultando em borbulhas (graduação alcoólica de 10° a 13° G.L.).
champanhe - É um espumante feito essencialmente com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, mundialmente conhecida, produzida exclusivamente na região homônima na França. Champagne é uma denominação de origem.
licoroso: graduação alcoólica de 14° a 18° G.L. Adicionado, ou não, de álcool potável, caramelo, concentrado de mosto e sacarose.
composto ou fortificado: graduação alcoólica de 15° a 18° G.L., obtida pela adição ao vinho de plantas amargas ou aromáticas, substâncias de origem mineral ou animal.
Fonte : wikipédia
terça-feira, 14 de junho de 2011
Glossário do vinho
Abocado - significa doce, e a etnologia da palavra é italiana (abbocato).
Abrir - um vinho aberto é aquele que realçou suas características, após certo tempo de abertura da garrafa.
Acerbo - ácido, verde.
Acidez - a acidez é aquela sensação de frescor agradavél que nos faz salivar, oriunda dos ácidos presentes no vinho. É fundamental para a vida e durabilidade do vinho. Vinhos refrescantes tem um elevado valor de acidez, enquanto aqueles de sabores considerados fracos e insonsos menores.[1][2]
Acidez fixa - compreende ácidos encontrados nas uvas e os produzidos durante a fermentação.
Acidez total - é a combinação de acidez fixa com a acidez volátil.
Acidez volátil - consiste principalmente de ácido acético.
Adamado - especial para mulheres, damas. É o vinho suave e doce.
Appellation - Região vinícola geograficamente delimitada.
Appellation d'origine contrôlée ou AOC - é a Denominação de Origem utilizada na França (equivale à Denominação de Origem Controlada (DOC) de Portugal). Considera a localização geográfica da produção de certas culturas como vinhos, queijos, manteiga e outros produtos agrícolas.
Appellation d'origine vin délimité de qualité supérieure, AOVDQS ou VDQS - é a denominação para "Vinhos Delimitados de Qualidade Superior", a segunda mais alta categoria de vinhos da França, abaixo apenas do AOC (Appellation d'Origine Contrôlée) e acima daqueles conhecidos como Vin-de-Pays (VdP ou vinho regional).
Assemblage - é a mistura de diferentes tipos de uva no processo de produção de um vinho, ao contrário do que ocorre com os varietais, nos quais se utiliza uma única cepa.
[editar]B
Blanc de blancs - vinho branco feito a partir de uvas brancas.
Blanc de noirs - vinho branco feito a partir de uvas tintas.
Bodega - mesmo que vinícola em espanhol.
Botrytis cinerea - é o fungo que causa a podridão nobre nas vinhas.
Bouchonnée - defeito no vinho, quando apresenta odor de rolha (bouchon, em francês) devido a um fungo (Tricloroanisole ou TCA), que eventualmente se desenvolve na cortiça.
Brut- termo usado para espumantes muito secos
[editar]C
Casta - espécie de videira que produziu as uvas que compoem o mosto originário de um vinho.
Claret - termo usado para identificar vinhos tintos de Bordeaux na Inglaterra.
Corte - mistura de dois ou mais vinhos.[3]
Cru - Cru é um termo francês para denominar um vinhedo específico ou zona delimitada (terroir) onde é produzido um vinho de características particulares e originais.
Cru bourgeois -
Cru classé -
[editar]D
Denominação de Origem Controlada ou DOC - é a denominação utilizada para certificar vinhos, queijos, manteigas e outros produtos agrícolas portugueses. É atribuída a produtos produzidos em regiões geograficamente delimitadas, que cumprem um conjunto de regras consignadas em legislação própria.
[editar]E
Enologia - é a ciência que estuda todos os aspectos relativos ao vinho, desde o plantio, escolha do solo, vindima, produção, envelhecimento, engarrafamento, venda, etc.
Escanção - é um profissional especializado, encarregado em conhecer o vinhos e de todos os assuntos relacionados ao serviço deste. Cuida da compra, armazenamento e rotação de adegas e elabora cartas de vinho em restaurantes.
[editar]F
Flute - taça estreita e alta, usada para beber champagne. Favorece a persistência da espuma e do perlage.
[editar]M
Micro-oxigenação - é uma técnica que começou a ser usada entre 1985 e 1990 como alternativa ao envelhecimento do vinho em barris.
Mosto - designação atribuida ao vinho antes da fermentação.
[editar]P
Podridão nobre - é a consequência positiva do aparecimento nas vinhas de um fungo chamado Botrytis cinerea.
Premier cru -
[editar]T
Tanino - substância natural de sabor adstringente encontrada no vinho. É um elemento importante da estrutura dos vinhos tintos.
Terroir - é um termo de origem francesa (pronúncia: terroar), que significa uma extensão limitada de terra considerada e suas aptidões à produção vitícola. O termo pode ser aplicado a outros produtos agrícolas.
[editar]S
Sommelier é um profissional especializado, encarregado em conhecer o vinhos e de todos os assuntos relacionados ao serviço deste. Cuida da compra, armazenamento e rotação de adegas e elabora cartas de vinho em restaurantes.
[editar]V
Varietal - vinho produzido com praticamente um único tipo de uva. São considerados varietais os vinhos que contém mais de 85% de uma uva principal.
Vinho de mesa - classificação dada aos vinhos que possuem graduação alcoólica de 10 a 13 °GL, para tintos, rosés ou brancos.
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Notas e referências
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↑ Le Cordon Bleu, Marco Zero, Le Cordon Bleu Internacional, São Paulo: 2005.
↑ SANTOS, José Ivan, SANTANA, José Maria, Senac, Comida e Vinho, São Paulo: 2008.
↑ , BRAGA, Danilo e ALZER, Celio Franza Associação Brasileira de Sommeliers - ABS, Tradição, conhecimento e prática dos vinhos, 1989
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FONTE :WIKIPÉDIA
Abrir - um vinho aberto é aquele que realçou suas características, após certo tempo de abertura da garrafa.
Acerbo - ácido, verde.
Acidez - a acidez é aquela sensação de frescor agradavél que nos faz salivar, oriunda dos ácidos presentes no vinho. É fundamental para a vida e durabilidade do vinho. Vinhos refrescantes tem um elevado valor de acidez, enquanto aqueles de sabores considerados fracos e insonsos menores.[1][2]
Acidez fixa - compreende ácidos encontrados nas uvas e os produzidos durante a fermentação.
Acidez total - é a combinação de acidez fixa com a acidez volátil.
Acidez volátil - consiste principalmente de ácido acético.
Adamado - especial para mulheres, damas. É o vinho suave e doce.
Appellation - Região vinícola geograficamente delimitada.
Appellation d'origine contrôlée ou AOC - é a Denominação de Origem utilizada na França (equivale à Denominação de Origem Controlada (DOC) de Portugal). Considera a localização geográfica da produção de certas culturas como vinhos, queijos, manteiga e outros produtos agrícolas.
Appellation d'origine vin délimité de qualité supérieure, AOVDQS ou VDQS - é a denominação para "Vinhos Delimitados de Qualidade Superior", a segunda mais alta categoria de vinhos da França, abaixo apenas do AOC (Appellation d'Origine Contrôlée) e acima daqueles conhecidos como Vin-de-Pays (VdP ou vinho regional).
Assemblage - é a mistura de diferentes tipos de uva no processo de produção de um vinho, ao contrário do que ocorre com os varietais, nos quais se utiliza uma única cepa.
[editar]B
Blanc de blancs - vinho branco feito a partir de uvas brancas.
Blanc de noirs - vinho branco feito a partir de uvas tintas.
Bodega - mesmo que vinícola em espanhol.
Botrytis cinerea - é o fungo que causa a podridão nobre nas vinhas.
Bouchonnée - defeito no vinho, quando apresenta odor de rolha (bouchon, em francês) devido a um fungo (Tricloroanisole ou TCA), que eventualmente se desenvolve na cortiça.
Brut- termo usado para espumantes muito secos
[editar]C
Casta - espécie de videira que produziu as uvas que compoem o mosto originário de um vinho.
Claret - termo usado para identificar vinhos tintos de Bordeaux na Inglaterra.
Corte - mistura de dois ou mais vinhos.[3]
Cru - Cru é um termo francês para denominar um vinhedo específico ou zona delimitada (terroir) onde é produzido um vinho de características particulares e originais.
Cru bourgeois -
Cru classé -
[editar]D
Denominação de Origem Controlada ou DOC - é a denominação utilizada para certificar vinhos, queijos, manteigas e outros produtos agrícolas portugueses. É atribuída a produtos produzidos em regiões geograficamente delimitadas, que cumprem um conjunto de regras consignadas em legislação própria.
[editar]E
Enologia - é a ciência que estuda todos os aspectos relativos ao vinho, desde o plantio, escolha do solo, vindima, produção, envelhecimento, engarrafamento, venda, etc.
Escanção - é um profissional especializado, encarregado em conhecer o vinhos e de todos os assuntos relacionados ao serviço deste. Cuida da compra, armazenamento e rotação de adegas e elabora cartas de vinho em restaurantes.
[editar]F
Flute - taça estreita e alta, usada para beber champagne. Favorece a persistência da espuma e do perlage.
[editar]M
Micro-oxigenação - é uma técnica que começou a ser usada entre 1985 e 1990 como alternativa ao envelhecimento do vinho em barris.
Mosto - designação atribuida ao vinho antes da fermentação.
[editar]P
Podridão nobre - é a consequência positiva do aparecimento nas vinhas de um fungo chamado Botrytis cinerea.
Premier cru -
[editar]T
Tanino - substância natural de sabor adstringente encontrada no vinho. É um elemento importante da estrutura dos vinhos tintos.
Terroir - é um termo de origem francesa (pronúncia: terroar), que significa uma extensão limitada de terra considerada e suas aptidões à produção vitícola. O termo pode ser aplicado a outros produtos agrícolas.
[editar]S
Sommelier é um profissional especializado, encarregado em conhecer o vinhos e de todos os assuntos relacionados ao serviço deste. Cuida da compra, armazenamento e rotação de adegas e elabora cartas de vinho em restaurantes.
[editar]V
Varietal - vinho produzido com praticamente um único tipo de uva. São considerados varietais os vinhos que contém mais de 85% de uma uva principal.
Vinho de mesa - classificação dada aos vinhos que possuem graduação alcoólica de 10 a 13 °GL, para tintos, rosés ou brancos.
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Notas e referências
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↑ Le Cordon Bleu, Marco Zero, Le Cordon Bleu Internacional, São Paulo: 2005.
↑ SANTOS, José Ivan, SANTANA, José Maria, Senac, Comida e Vinho, São Paulo: 2008.
↑ , BRAGA, Danilo e ALZER, Celio Franza Associação Brasileira de Sommeliers - ABS, Tradição, conhecimento e prática dos vinhos, 1989
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FONTE :WIKIPÉDIA
FRASES CÉLEBRES SOBRE VINHO
"O vinho é o amigo do moderado e o inimigo do beberrão." (Avicena)
"O vinho consola os tristes, rejuvenesce os velhos, inspira os jovens, alivia os deprimidos do peso das suas preocupações." (Lord Byron)
"O vinho que se bebe com medida jamais foi causa de dano algum."
(Miguel de Cervantes)
"O vinho foi dado ao homem para acalmar suas fadigas." (Eurípedes)
"O vinho alegrará o coração do homem." (Vulgata)
"O vinho alegra o coração do homem. Jamais um homem nobre odiou o vinho." (François Rabelais)
"O vinho é composto de humor líquido e luz." (Galileu Galilei)
"Vence as preocupações com o vinho." (Petrônio)
"No vinho está a verdade." (Plínio, o velho)
"O vinho é o sangue da terra." (Plínio)"No vinho, a verdade." (Plutarco)
"O vinho revela os sentimentos." (Horácio)
"O vinho faz esquecer as maiores preocupações." (Sêneca)
"O vinho dá coragem ao amor, se não se bebe em excesso." (Ovídio)
"Com o vinho se alimentam as forças, o sangue e o calor dos homens."
(Plínio, o velho)
"O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria." (William Shakespeare)
"O vinho e a música sempre foram para mim um magnífico saca-rolhas."
(Anton Pavlovitch Tchékhov)
"Os vinhos são como os homens: com o tempo, os maus azedam e os bons apuram." (Cícero)
"O vinho é a prova constante de que Deus nos ama e nos deseja ver felizes." (Benjamin Franklin)
"O vinho é uma bebida excelente para o homem, tanto sadio como doente, desde que usado adequadamente, de maneira moderada e conforme o seu temperamento." (Hipócrates)
"Quando o vinho desce, solta-se a língua do homem." (Textos Judaicos)
"O vinho põe o homem fora de si e dá ao seu espírito qualidades às quais é alheio, quando sóbrio." (Joseph Addison)
"No vinho estão a verdade, a vida e a morte. No vinho estão a aurora e o crepúsculo, a juventude e a transitoriedade. No vinho está o movimento pendular do tempo. No vinho espelha-se a vida." (Roland Betsch)
"Quando o vinho entra, os segredos saem." (Textos Judaicos)
"O vinho tem o poder de encher a alma de toda a verdade, de todo o saber e filosofia." (Jacques-Bénigne Bossuet)
"O vinho é o amigo do moderado e o inimigo do beberrão." (Avicena)
"O vinho consola os tristes, rejuvenesce os velhos, inspira os jovens, alivia os deprimidos do peso das suas preocupações." (Lord Byron)
"O vinho que se bebe com medida jamais foi causa de dano algum."
(Miguel de Cervantes)
"O vinho foi dado ao homem para acalmar suas fadigas." (Eurípedes)
"O vinho alegrará o coração do homem." (Vulgata)
"O vinho alegra o coração do homem. Jamais um homem nobre odiou o vinho." (François Rabelais)
"O vinho é composto de humor líquido e luz." (Galileu Galilei)
"Vence as preocupações com o vinho." (Petrônio)
"No vinho está a verdade." (Plínio, o velho)
"O vinho é o sangue da terra." (Plínio)"No vinho, a verdade." (Plutarco)
"O vinho revela os sentimentos." (Horácio)
"O vinho faz esquecer as maiores preocupações." (Sêneca)
"O vinho dá coragem ao amor, se não se bebe em excesso." (Ovídio)
"Com o vinho se alimentam as forças, o sangue e o calor dos homens."
(Plínio, o velho)
"O bom vinho é um camarada bondoso e de confiança, quando tomado com sabedoria." (William Shakespeare)
"O vinho e a música sempre foram para mim um magnífico saca-rolhas."
(Anton Pavlovitch Tchékhov)
"Os vinhos são como os homens: com o tempo, os maus azedam e os bons apuram." (Cícero)
"O vinho é a prova constante de que Deus nos ama e nos deseja ver felizes." (Benjamin Franklin)
"O vinho é uma bebida excelente para o homem, tanto sadio como doente, desde que usado adequadamente, de maneira moderada e conforme o seu temperamento." (Hipócrates)
"Quando o vinho desce, solta-se a língua do homem." (Textos Judaicos)
"O vinho põe o homem fora de si e dá ao seu espírito qualidades às quais é alheio, quando sóbrio." (Joseph Addison)
"No vinho estão a verdade, a vida e a morte. No vinho estão a aurora e o crepúsculo, a juventude e a transitoriedade. No vinho está o movimento pendular do tempo. No vinho espelha-se a vida." (Roland Betsch)
"Quando o vinho entra, os segredos saem." (Textos Judaicos)
"O vinho tem o poder de encher a alma de toda a verdade, de todo o saber e filosofia." (Jacques-Bénigne Bossuet)
"O vinho é o amigo do moderado e o inimigo do beberrão." (Avicena)
Sejam bem vindos!
Olá! Caros amigos(a) !
sejam bem vindos ao blogger vinho um mundo a seus pés
Com a missão de compartilhar descorbertas a respeito desta singular e milenar bebida.
Seja sommelier , iniciante ,ou enófilo ,buscamos
proporcionar um suporte pra aqueles que desejam se aprofundar ao rico mundo dos vinhos,pois e a unica bebida que consegue reunir trêis aspectos: qual são eles? Geográficos ,historicos e religiosos.
Então caros (as)amantes desta milenar bebida, sou tentado a acreditar que estamos falando de uma bebida especial pois degustar vinhos envolve os sentidos: visão,olfato e o paladar , e tambem envolve acima de qualquer duvida com a imaginação.
Estamos com a parceria no orkut com a comunidade vinho um mundo a seus pés,onde reune pessoas amantes desta milenar bebida ,então junte-se a nos e participe de nossa comunidade no orkut e tenha o mundo dos vinhos a seus pés.
Um forte amplexos!
Os editores
domingo, 10 de janeiro de 2010
Principais países produtores de vinho
Iremos mostrar os grandes países produtores de vinho,vejamos abaixo.
• Estados Unidos
• Austrália
• Nova Zelândia
• Chile
• Argentina
• África do Sul
• Portugal
• Espanha
• Itália
• França
• Alemanha
• Brasil
• Estados Unidos
• Austrália
• Nova Zelândia
• Chile
• Argentina
• África do Sul
• Portugal
• Espanha
• Itália
• França
• Alemanha
• Brasil
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Harmonizaçao de comida com vinho!
ENTRADAS E SALADAS
Saladas com vinagre> água
Carpáccio> tinto leve
Ostras> Chablis, Sancerre
Salmão defumado> Riesling, Poully Fumé
Salmão fresco> Chardonnay, Riesling
Presunto e embutidos> Beaujolais
Mortadela> Lambrusco seco
Presunto cru> Jerez fino
PEIXES E FRUTOS DO MAR
Bacalhau> Branco amadeirado ou tinto verde (Portugal)
Lulas> Sauvignon Blanc (e outros brancos secos)
Peixes leves> Brancos secos leves
Peixes com creme de leite> Brancos secos médios ou encorpados (Chardonnays do Novo Mundo)
Sushi/sashimi> Champagne brut
AVES
Pato> Tinto encorpado
Pato com laranja> Branco aromático
Perdiz recheada> Borgonha tinto
Coq-au-vin> Tinto encorpado (Borgonha tinto, no prato e no copo)
MASSAS
massas com molho de tomate-tintos leves italianos por ex:
valpolichella ou chiante.
SOBREMESAS
Chocolate ao leite-moscato
Tortas de nozes-peçã-ricioto do nordeste da italia
Crême brûlée> Sauternes
Saladas com vinagre> água
Carpáccio> tinto leve
Ostras> Chablis, Sancerre
Salmão defumado> Riesling, Poully Fumé
Salmão fresco> Chardonnay, Riesling
Presunto e embutidos> Beaujolais
Mortadela> Lambrusco seco
Presunto cru> Jerez fino
PEIXES E FRUTOS DO MAR
Bacalhau> Branco amadeirado ou tinto verde (Portugal)
Lulas> Sauvignon Blanc (e outros brancos secos)
Peixes leves> Brancos secos leves
Peixes com creme de leite> Brancos secos médios ou encorpados (Chardonnays do Novo Mundo)
Sushi/sashimi> Champagne brut
AVES
Pato> Tinto encorpado
Pato com laranja> Branco aromático
Perdiz recheada> Borgonha tinto
Coq-au-vin> Tinto encorpado (Borgonha tinto, no prato e no copo)
MASSAS
massas com molho de tomate-tintos leves italianos por ex:
valpolichella ou chiante.
SOBREMESAS
Chocolate ao leite-moscato
Tortas de nozes-peçã-ricioto do nordeste da italia
Crême brûlée> Sauternes
segunda-feira, 1 de junho de 2009
VINHO
O vinho (do grego antigo οἶνος, transl. oínos, através do latim vīnum, que tanto podem significar "vinho" como "videira") é, genericamente, uma bebida alcoólica produzida por fermentação do sumo de uva.[1] Na União Europeia o vinho é legalmente definido como o produto obtido exclusivamente por fermentação parcial ou total de uvas frescas, inteiras ou esmagadas ou de mostos;[2] no Brasil é considerado vinho a bebida obtida pela fermentação alcoólica de mosto de uva sã, fresca e madura, sendo proibida a aplicação do termo a produtos obtidos a partir de outras matérias-primas.[3]
A constituição química das uvas permite que estas fermentem sem que lhes sejam adicionados açúcares, ácidos, enzimas ou outros nutrientes.[4] Apesar de existirem outros frutos como a maçã ou algumas bagas que também podem ser fermentados, os "vinhos" resultantes são geralmente designados em função do fruto a partir do qual são obtidos (por exemplo vinho-de-maçã) e são genericamente conhecidos como vinhos de frutas.[5][6] O termo vinho (ou seus equivalentes em outras línguas) é definido por lei em muitos países.[7] A fermentação das uvas é feita por vários tipos de leveduras que consomem os açúcares presentes nas uvas transformando-os em álcool. Dependendo do tipo de vinho, podem ser utilizadas grandes variedades de uvas e de leveduras.[8]
O vinho possui uma longa história que remonta pelo menos a aproximadamente 6 000 a.C., pensando-se que tenha tido origem nos atuais territórios da Geórgia[9][10] ou do Irã.[11] Crê-se que o seu aparecimento na Europa ocorreu há aproximadamente 6500 anos, nas atuais Bulgária ou Grécia, e era muito comum na Grécia e Roma antigas. O vinho tem desempenhado um papel importante em várias religiões desde tempos antigos. O deus grego Dioniso e o deus romano Baco representavam o vinho, e ainda hoje o vinho tem um papel central em cerimônias religiosas cristãs e judaicas como a Eucaristia e o Kidush.
fonte:wikipédia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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